sábado, 28 de janeiro de 2012

O que quer uma mulher?





O que quer uma mulher? Pergunta Freud, no auge de seus estudos sobre a feminilidade, no entanto, muito tempo se passou após está indagação dirigida pelo pai da Psicanálise a Maria Bonaparte, e muito pouco foi descoberto a fim de desvendar tal mistério. Definitivamente, vou me apartar, ainda que brevemente, dos postulados científicos, das teorias machistas e dos discursos teóricos dominantes e abrirei umas aspas para lhes dizer o que de fato queremos, prezados homens!


Chega de dizer que somos castradas, isso todas nós já sabemos, é óbvio que estamos cientes de nossa falta e de nossos buracos, sabemos que nunca seremos completas por elementos desta cultura, já está claro que a completude transcende à nossa espécie. Para que tanta ladainha sobre o fato de sermos o sexo frágil, afinal, quem disse que fragilidade é defeito, não viemos estragadas de fábrica.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Orientação Profissional

Conheça o nosso trabalho de Orientação Profissional.

O FUTURO começa com as escolhas de HOJE!

ESSA TAL SAUDADE


Como já dizia um antigo professor em Gestalt Terapia na época de minha graduação em Psicologia: Saudade é gestalt interrompida. A falta de alguém que nos é caro causa buracos em nossa existência nos colocando diante da dor inexorável do inacabado. A saudade nos revela que existe algo deixado pela presença que apenas a ausência é capaz de reconhecer.

Mas o que será que perdemos quando nos separamos do outro? Questiona a psicóloga Paula Mantovan. Acredito que perdemos uma parte de nós mesmos, uma vez que é no contato com o outro que circula o oxigênio da vida, não é em vão que dizemos que este outro é o espelho que nos permite enxergar que existe vida pulsando em nós, o olhar do outro é a lente que nos possibilita ver quem somos. Este outro que se apresenta em todos os momentos como nossa salvação e a nossa perdição, salvação ao nos possibilitar a ilusão de completude nos “salvando” de nossa solidão, perdição ao nos revelar que toda presença é estilhaçada por meio da convicção que não importa quantas presenças existam em nossa vida, estamos sós diante de nossa experiência.

domingo, 18 de setembro de 2011

Viajar traz satisfação, mas o efeito dura pouco


Segundo coluna de Luciana Christante, vários estudos já mostraram que tiras férias melhora a  qualidade de vida das pessoas, aumenta a predisposição ao otimismo e ao bom humor e ainda favorece o estado geral de saúde. Mas quando dura esse efeito? Poucas semanas, segundo uma pesquisa feita na Universidade de Roterdã, na Holanda, publicada na revista Applied Research in Quality of life. O objetivo do estudo era saber se quem viaja é mais feliz . A resposta encontrada foi pouco conclusiva: depende de vários fatores.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Psicologia: profissão de muitas e diferentes mulheres




Em 2011, o Conselho Federal de Psicologia celebra o 27 de agosto, Dia da psicóloga e do psicólogo, tendo como mote a campanha Psicologia: profissão de muitas e diferentes mulheres. O tema vem sendo tratado em campanha ao longo de todo o ano e valoriza a presença das mulheres na profissão, já que as psicólogas são cerca de 89% da categoria.

Para marcar o Dia da psicóloga e do psicólogo de 2011, o Conselho preparou uma série de vídeos.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Viver dói?


Quem foi que disse que viver não dói?

Este é o título do meu último artigo no site de Ribeirão das Neves, confira um trecho do texto:

"Quem foi que disse que viver não dói? Dói, e muito. Não pedimos para nascer, mas uma vez que nascemos não temos outra escolha a não ser viver, viver, e viver, até morrer, este é o destino universal de todos os Homens, no entanto, o que torna a caminhada singular é a forma como cada um constrói a sua existência, mas não se iluda... dói."

Leia o texto na íntegra no site:

http://ribeiraodasneves.net/index.php?section=4&content=1699

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Psicologia em versos



“Tolerar a existência do outro,
E permitir que ele seja diferente,
Ainda é muito pouco.
Quando se tolera,
Apenas se concede
E essa não é uma relação de igualdade,
Mas de superioridade de um sobre o outro.
Deveríamos criar uma relação entre as pessoas,
Da qual estivessem excluídas
A tolerância e a intolerância.”
(José Saramago)


De que forma podemos pensar o amor e a alteridade dentro das relações?
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